Evolução do patrimônio

Rendimentos por classe

Dividend yield ao ano

Patrimônio por classe

Atual x ideal fora: atual · dentro: ideal

Quando o provento entra

ver o mapa completo

Abaixo do seu preço teto

definir tetos

Renda fixa e renda variável

Meus ativos

Posições

Clique num bloco para abrir e ver os ativos. São quatro recortes da mesma carteira, do mais amplo ao mais fino: categoria (renda fixa ou variável), classe (ação, FII, ETF), setor da B3 e subsetor, onde dois papéis fazem a mesma coisa.

Proventos

Dividendos, JCP, rendimentos de FII e aluguel de ações.

De onde vem o seu ganho

Distribuição por ativo

Renda projetada para os próximos 12 meses

Histórico mensal

Por ativo

Lançamentos

Mapa de proventos

Cada papel é uma linha e cada mês é uma coluna. Assim você vê em que meses cada um costuma pagar. A célula diz em quantos anos o papel pagou naquele mês, com o total junto: 4 de 7 diz o que 57% esconde. É passado: empresa corta dividendo e fundo muda de gestor.

Ações: quem paga poucas vezes por ano

FIIs e ETFs: quem paga todo mês, e em que dia

Quem paga todo mês daria doze de doze no mapa. Aqui você vê o dia. Ele vem em faixas porque o pagamento escorrega com fim de semana e feriado.

Na carteira, sem nenhum pagamento

Dividend yield mês a mês, ações e FIIs

O provento do mês dividido pelo valor de mercado do grupo no fim do mês anterior. Entram dividendo, JCP e reembolso (o dividendo que chega quando a ação está emprestada). No FII, o rendimento mensal é a própria distribuição; na ação, é a correção de provento pago com atraso, centavos. Aluguel de ações fica fora, porque é taxa de empréstimo e não distribuição da empresa. A linha mostra o DY de 12 meses: os doze proventos até aquele mês sobre o valor no fim dele. Na tabela, o ano é a soma dos meses. Histórico inteiro, sem o período de cima.

Patrimônio

Valor aplicado e ganho de capital, mês a mês.

Evolução do patrimônio

Evolução por classe

Quedas e recuperação

Consolidação do patrimônio por classe

Aportes e resgates por mês

Rentabilidade

Comparação da carteira com CDI, IBOVESPA e inflação.

Rentabilidade comparada com índices

Retorno por período

Rentabilidade mês a mês

Comparação no período inteiro

Análise

Cada tipo de ativo tem a sua régua, por isso as tabelas abaixo são separadas. Ação se julga por lucro e dívida; fundo imobiliário, por vacância e rendimento; ETF, por custo e por quanto segue o índice. Os números públicos o sistema busca sozinho. O que exige ler o balanço, você preenche à mão.

Nada aqui é recomendação. Cada método tem limitações conhecidas, mostradas junto do resultado quando você abre um ativo.

Seleção

Use esta tela para achar uma dezena de papéis que valha ler com calma. A Análise olha o que você já tem; aqui entra o resto do mercado. São as 600 e tantas ações e os 600 e tantos fundos imobiliários da Busca Avançada do Status Invest, passados pelas mesmas réguas. A leitura final continua sendo sua.

Peneira

Resultado

Correlação

Veja o que se move junto na sua carteira, e o que muda nos meses de queda. Diversificar não é ter muitos papéis: é ter papéis que reagem de forma diferente ao mesmo cenário.

Ativo no exterior entra em reais, convertido pela PTAX (o dólar oficial do Banco Central) do fim de cada mês. Assim o risco do câmbio fica dentro do número.

Quem carrega o risco da carteira

Onde está o dinheiro e de onde vem o tranco raramente são a mesma coisa. Com o mesmo dinheiro, um grupo que oscila o dobro carrega o dobro de risco. As contribuições somam exatamente a volatilidade (o quanto a carteira sobe e desce); não é um índice inventado, é ela repartida.

Mapa de correlação

−1 anda ao contrário · 0 independente · +1 anda junto

Mais colados

Pares que sobem e caem juntos. Ter os dois adiciona valor, não diversificação.

Mais independentes

Pares que se movem por motivos diferentes. É daqui que vem a diversificação real.

Como essa relação mudou no tempo

×

Janela móvel de 12 meses. A correlação (o quanto dois ativos andam juntos) muda com o tempo. Ações e títulos andaram em sentidos opostos por duas décadas e passaram a andar juntos em 2022, quando o choque virou a inflação.

Como ler isto

Papel moeda

Registre aqui o dinheiro estrangeiro que está com você, em nota. Ele some das planilhas porque não tem ticker nem aparece em extrato, às vezes justo quando é a posição que mais rendeu. Aqui ele tem custo, resultado e lugar no patrimônio, como qualquer ativo.

recompra pela PTAX menos %

Cotação das moedas que o Banco Central não publica

Digite aqui a cotação do peso argentino, chileno e uruguaio e do guarani. Dez moedas se atualizam sozinhas pela PTAX, a cotação oficial do Banco Central: dólar, euro, libra, franco suíço, iene, dólar canadense e australiano e as coroas dinamarquesa, norueguesa e sueca. As de viagem aqui perto o Banco Central não publica. A cotação delas é sua, com a data ao lado. Uma fonte que ninguém audita seria pior do que perguntar.

Isenção de venda de moeda em espécie

O limite é sobre o valor vendido, não sobre o ganho. Vale para o ano-calendário, somando todas as moedas convertidas em dólar. Este número é uma estimativa: quem assina a declaração é você. Renda vitalícia, doação e herança seguem outras regras e não estão aqui.

Renda fixa no exterior

Time Deposit, Treasuries e bonds corporativos. O imposto aqui é bem diferente: 15% apurados uma vez por ano na declaração, sem dedução da base, com a variação cambial dentro do rendimento e com perdas compensando ganhos entre aplicações. É a Lei 14.754/2023, em vigor desde 1º de janeiro de 2024. Quem seguiu a regra antiga apurou errado por dois anos.

Apuração anual

Lei 14.754/2023, art. 2º e 3º

Próximos cupons e vencimentos

Movimentos do papel

A apuração aqui é estimativa, e a régua está à mostra. O rendimento entra no ano em que você efetivamente recebeu o dinheiro. Juros contam quando caem na conta. Ganhos, inclusive o da variação do dólar, contam no resgate, na amortização, na venda, no vencimento ou na liquidação. Papel que valorizou e continua na carteira não entra em ano nenhum. O imposto pago lá fora pode ser abatido, mas costuma ser zero: os Estados Unidos não cobram de estrangeiro sobre juros de depósito nem sobre portfolio interest, que é o caso dos Treasuries. Quem assina a declaração é você.

Previdência privada

Aqui o que decide dinheiro não é o saldo, é o relógio. Na previdência, a alíquota (a fatia do imposto) depende de quando cada real entrou. Ela cai de 35% para 10% em dez anos, aporte por aporte. Nenhum extrato de seguradora mostra essa conta.

Confirmado com a seguradora: o resgate consome o aporte mais antigo primeiro. No plano Tradicional, como no PGBL, o imposto incide sobre o total resgatado (o que você guardou mais os lucros).

Teto de dedução do PGBL

renda bruta tributável do ano

A dedução vale para quem declara no modelo completo e contribui para o INSS ou regime próprio. VGBL não entra: ele não deduz nada. Somá-lo faria você parar de aportar achando que já bateu o teto.

Quando cada aporte muda de faixa

Movimentos do plano

O imposto aqui é estimativa, e a régua está à mostra. O número exato depende do histórico de cotas, que só a seguradora tem. Aqui, cada aporte que sobrou vale a fatia dele no saldo de hoje, que é a aproximação usual. No resgate sai primeiro o aporte mais antigo, que paga a menor alíquota (a fatia do imposto). Renda vitalícia usa outra conta, pelo prazo médio, e não está aqui.

Fundos de investimento

Lance aqui o saldo do extrato da sua corretora: todo o cálculo sai dele. Fundo não tem ticker nem cotação em bolsa, e não vem no extrato da B3.

Evolução do fundo

Por tipo

Movimentações

Como ler isto

Rentabilidade por ativo

Escolha um papel e um período. O ganho aparece em duas partes: o provento que caiu na conta e quanto a cota andou. Somados, eles escondem qual dos dois sustenta o resultado.

De onde veio o ganho

provento e valorização, período a período

Rendimento sobre o preço

DY (dividend yield) usa o preço de hoje: quanto o papel paga a quem comprar agora. YoC (yield on cost) usa o seu preço médio: quanto ele paga sobre o que você pagou. Os dois estão certos; respondem perguntas diferentes.

Período a período

Proventos do período

Como ler isto

Alocação

Duas perguntas sobre a mesma carteira. A primeira parte olha o passado: qual mistura dá o melhor retorno para o risco que você aceita? O painel do fim pergunta o contrário: se vier o que nunca veio, o que aqui trabalha a seu favor? São teorias diferentes, e cada uma diz de quem é.

Ativo no exterior entra em reais, convertido pela PTAX (o dólar oficial do Banco Central) do fim de cada mês. Assim o risco do câmbio fica dentro do número.

Desta barra até Como ler isto, a conta segue a Teoria Moderna do Portfólio, de Harry Markowitz (Portfolio Selection, 1952; Nobel de Economia em 1990). A ideia dele: o risco da carteira não é a média do risco das partes. Dois ativos que sobem e caem em momentos diferentes, juntos, arriscam menos que cada um sozinho. Por isso a correlação (o quanto eles andam juntos) é o ingrediente central.

Fronteira eficiente

cada ponto é a carteira de menor risco para aquele retorno

Risco e retorno de cada grupo

Carteiras sugeridas

Como a carteira saiu do plano

A deriva é a mudança de peso causada pelo mercado, não por aporte. Se uma classe foi de 30% para 38% porque valorizou, a carteira saiu do plano sozinha. É esse o caso que pede rebalanceamento.

Alocação contra o alvo

o traço é o alvo; o hachurado, o que falta ou passou

Rebalanceamento

Como ler isto

Portfólio permanente

Harry Browne, 1981 · e o All Weather de Ray Dalio, 1996

Ninguém sabe qual cenário vem. Harry Browne partiu daí: em vez de tentar acertar, cubra os quatro estados da economia e aceite ganhar pouco em três. Ele propôs isso em Inflation-Proofing Your Investments, de 1981: um quarto da carteira em cada um, entre ações, título longo, ouro e caixa. Quinze anos depois, Ray Dalio montou o All Weather na Bridgewater sobre a mesma estrutura. A troca: peso igual em risco, e não em dinheiro.

Aqui cada ativo entra repartido entre cenários. Um ETF em dólar trabalha no crescimento e também quando o real cai. Um FII de tijolo cresce, repassa inflação no aluguel e ainda apanha quando o juro sobe. É isso que dá sentido ao desvio da tabela. Com cada ativo inteiro num cenário só, quem escolheria o cenário seria o programador, e não a realidade.

Para onde vai o próximo aporte

Para esta conta, dois ativos com o mesmo formato são a mesma coisa. Entre dois FIIs de logística ela não sabe escolher; você sabe, olhando vacância, contrato e preço sobre valor patrimonial. Então ela resolve só quanto vai para cada formato. Qual papel comprar é escolha sua, na coluna do meio. Um número por ativo pareceria mais preciso, mas seria invenção.

Só compra, nunca venda. Vender para rebalancear paga imposto e corretagem para chegar onde o aporte chega de graça. O Tesouro Direto sempre entra na lista: é a única renda fixa que continua na prateleira. Em Com a Seleção entram também as ações e FIIs mais bem ranqueados da sua Seleção que você ainda não tem.

Lançamentos

Todas as compras e vendas. Edite o que estiver errado, o preço médio recalcula na hora.

Consolidação de aportes

Revisão

Pontos que o sistema não conseguiu resolver sozinho. Cada um explica o que foi assumido.

Renda fixa

Cadastre à mão. O extrato da B3 não traz indexador, taxa nem valor de resgate, por isso esta classe fica fora da importação.

Tesouro: na curva e a mercado

Ao longo do tempo

Vendas, resgates e taxas

Assistente de IA

guia desta tela

Configure a sua chave em Dados. A IA usa a SUA conta e a SUA chave; o NextInv não fornece a IA. Ele não intermedeia, não cobra por uso e não vê nem a chave nem as respostas.

Revisar lançamentos

O sistema procura duplicidade, câmbio suspeito, quantidade negativa, provento sem posição e ativo sem classe. Isso funciona mesmo sem chave. Com chave, a IA lê os achados e diz o que olhar primeiro.

Nada é gravado: cada correção é feita por você na tela indicada.

Perguntar

O contexto é montado pelo sistema: patrimônio dos últimos 24 meses, posições, alocação por classe, proventos e o resumo. Nome, e-mail e licença não vão junto.

a resposta pode levar até um minuto

Dados

Três origens, com regras diferentes. Só a primeira mexe na sua carteira. As outras duas alimentam análise e gráficos: reimporte à vontade, sem risco de alterar posição, custo médio ou resultado.

1 · Extrato da B3

mexe na carteira

Baixe o relatório Movimentação na Área do Investidor da B3 e salve em dados/entrada/. A leitura é incremental: entra só o que for novo desde a última data importada. Há uma janela de tolerância para trás, que pega os lançamentos que a corretora publica com atraso.

O que vier com data anterior à janela não entra sozinho: fica retido abaixo para você conferir. Reimportar do zero apaga o que veio da B3 e lê tudo de novo. Seus lançamentos manuais, renda fixa, alvos e revisões ficam.

Lançamentos retidos

Vieram no arquivo com data anterior à janela. Aceitar recalcula a carteira inteira; dispensar faz o sistema nunca mais perguntar. A provável duplicata já tem lançamento igual na mesma data. Costuma ser papel renomeado, gravado antes com o nome velho. Aceitar essas duplicaria o histórico.

2 · Status Invest

não mexe na carteira

Ações, fundos imobiliários e stocks da Busca Avançada. Cada importação substitui a foto inteira daquele grupo. Meia foto seria pior que nenhuma: você compararia papéis de datas diferentes sem perceber. A importação também atualiza os fundamentos dos seus ativos, sem tocar em quantidade nem em custo.

3 · Cotações e índices

não mexe na carteira

O histórico é o que permite calcular a evolução do patrimônio e a rentabilidade mês a mês. A primeira busca leva alguns minutos.

4 · Tabelas de referência

não mexe na carteira

O que o sistema sabe sobre o mercado e que envelhece sozinho: o setor de cada empresa, o rótulo de cada fonte, as faixas de cada critério. Empresa muda de nome, funde, abre e fecha capital. A tabela certa ontem passa a errar sem avisar.

O pacote se soma ao que já vem embutido, entrada por entrada; nunca troca a tabela inteira. Um pacote que corrige três tickers não apaga os outros duzentos e setenta. Um pacote incompleto piora a classificação, mas não a zera. Sem pacote nenhum, o sistema funciona igual, com as tabelas que vieram na instalação.

Preço manual

Para ativos sem cotação automática (BDRs pouco líquidos, fundos fechados).

5 · Licença

não bloqueia nada
carregando…

6 · Chave de IA

Escolha o provedor, confira o modelo e cole a chave. Ela fica gravada só nesta máquina, em dados/config/ia.json, fora do banco e fora do backup. Depois de salva ela nunca mais volta para a tela.

Módulos desta carteira

Resumo, Posições, Patrimônio, Rentabilidade, Proventos, Lançamentos, Revisão e Dados ficam sempre ligados. Desligar um módulo só esconde as telas dele: nada é apagado, o que estiver lançado continua somando no patrimônio, e religar traz tudo de volta. A escolha vale só para a carteira aberta.

7 · Versão do sistema

Uma vez por dia o sistema lê um arquivo público do site, nextinv.com.br/versao.json, e compara com a versão instalada aqui. O pedido vai sem nada seu: nem a versão, nem a licença, nem a carteira. Ele só avisa; baixar e instalar continua sendo com você.

Independência financeira (FIRE)

Veja qual patrimônio sustenta os seus gastos para sempre, e quando você chega lá no ritmo que já é o seu. Aporte, retorno e provento não são chutes: saem dos meses que o sistema já tem gravados. Ficam de fora o imposto sobre a retirada, a mudança no gasto depois de parar e uma sequência de anos ruins logo no começo, o que mais quebra plano na prática. Use para dimensionar, não para marcar a data de pedir demissão.

O número, por três réguas

A distância entre as três é a incerteza do plano. Escolher uma e esconder as outras não diminui a dúvida, só a tira da vista.

As variações do movimento

O mesmo plano com outro padrão de vida, ou com parte do gasto vindo de trabalho leve. Todas usam a taxa de retirada escolhida acima.

E se eu gastar a reserva até o fim?

As réguas acima respondem a pergunta da renda perpétua: retirar só o que rende e morrer com o patrimônio inteiro. Consumir o principal pede bem menos dinheiro: você gasta também o bolo, até zerar no prazo escolhido. Em troca, não sobra herança nem folga para uma despesa grande no fim. E viver mais que o prazo deixa de ser boa notícia.

Coast FIRE

Como ler isto

Calcule sua aposentadoria (INSS)

Como funciona

Importe o seu extrato do CNIS e veja quando cada regra da reforma de 2019 se cumpre e quanto ela paga, continuando a contribuir ou parando hoje. O extrato fica só neste computador. Nome, CPF e NIT não são guardados: para a conta basta a data de nascimento.

Seus dados

Baixar a tabela no gov.br

Quando e quanto, regra por regra

Valores em dinheiro de hoje. Continuando, os meses que faltam entram com o salário informado acima. Parando, o tempo e a média ficam como estão hoje e só a idade avança.

O que falta resolver no INSS

Meses que aparecem no extrato mas ainda não contam sem prova. A diferença entre as duas abas acima é exatamente o que você ganha resolvendo esta lista. O mês com soma abaixo do salário mínimo volta pagando a diferença ao INSS. O que está marcado como não volta é regra, e não pendência: nenhum documento muda.

Vínculos lidos do extrato

O que esta conta não faz

  • Não converte tempo especial (insalubre), rural nem de serviço público. Se você tem algum desses, o INSS pode achar mais tempo do que aparece aqui.
  • Não calcula o valor do pedágio de 50%, que usa o fator previdenciário. A data aparece; o valor entra na próxima versão.
  • Conta o tempo em dias, como manda a emenda. Pode haver diferença de poucos dias em relação à contagem oficial.
  • É simulação. O número que vale é o do INSS, no pedido. Use esta tela para saber o que pedir, quando pedir e o que provar antes.

Cartões de crédito

Como funciona

Quanto já está comprometido nas próximas faturas, para onde vai o dinheiro e quanto sobra de limite, somando todos os seus cartões. Importe a fatura que o banco exporta ou lance a compra à mão. O número do cartão não é guardado: só os quatro últimos dígitos, para separar um do outro.

Seus cartões

Colocar compras

Pode importar a mesma fatura duas vezes, ou a de novembro antes da de outubro: a compra parcelada é reconhecida pela fatura da primeira parcela e não entra em dobro. O pagamento da fatura fica de fora. Em PDF, o Itaú e o Inter são lidos direto; a fatura de outro banco é lida e mostrada para você conferir antes de importar.

Parcelas futuras

O que já está em cada fatura, dos meses que vêm, com as compras feitas até hoje. A coluna já parcelado é o que está comprometido mesmo que você não compre mais nada.

Gasto por categoria

Pela fatura de cada mês, somando os cartões. Para corrigir a categoria de uma compra, abra a fatura abaixo: a correção vale para todas as compras do mesmo estabelecimento.

Fatura

Clique numa barra para abrir a fatura daquele mês. As barras mais claras são faturas que ainda vão fechar.

Conta corrente

Como funciona

O que entrou, o que saiu e o que sobrou em cada mês. O gasto soma a conta e os cartões sem contar duas vezes: o pagamento da fatura não é gasto, porque as compras já estão no cartão. Transferência entre as suas contas e aplicação em investimento também ficam fora do gasto.

Suas contas

Colocar movimentos

Quase todo banco exporta o extrato em OFX pelo app ou internet banking, e é o melhor formato: traz o saldo do fim do período, e o sistema confere se os movimentos batem com ele. O PDF do Itaú, do Banco do Brasil e do Santander é lido também, e é ainda melhor: traz o saldo de cada dia, e se algo não bater a tela diz em que dia. Pode importar o mesmo período duas vezes, ou extratos que se cruzam: nada entra em dobro.

O mês em números

O cartão aqui são as compras das faturas que as contas pagaram, no lugar do pagamento. O cartão inteiro, pago ou não, está em Cartões de crédito.

Por onde o dinheiro passa

Gasto por categoria, conta e cartão

A despesa da conta e as compras do cartão, juntas, pela categoria. Corrija a categoria na lista de movimentos abaixo, ou na fatura do cartão: a correção vale para o mesmo estabelecimento dali em diante.

Movimentos

IRPF: declaração de investimentos

Cada ficha da declaração, já escrita, para você conferir com o informe da corretora e digitar no programa da Receita.

Isto não é aconselhamento tributário. O número oficial é o do informe da sua corretora e o da Receita. Aqui está o seu cálculo, feito a partir dos lançamentos que você importou, para comparar com ele papel a papel. Evento societário não lançado muda o custo médio, e a regra muda de ano para ano.

Só a parte de investimentos: salário, dependentes, despesas médicas, imóvel e conta corrente vêm dos informes do empregador e do banco. Como funciona

Bens e Direitos

O valor é o custo de aquisição, nunca a cotação de 31/12. Papel vendido no ano continua na lista, com 0,00 no fim: é isso que conta a venda para a Receita.

Pagamentos efetuados

O aporte em previdência do tipo dedutível entra na ficha Pagamentos Efetuados, código 36, e abate a renda tributável até o limite de 12% dela. VGBL não entra aqui: ele é bem, e está na lista acima.

Rendimentos

Cada provento na linha em que a fonte pagadora o informou: dividendo isento (09), rendimento de FII em Outros (99), JCP exclusivo (10), aplicação no exterior (12).

Calculadoras

Contas de apoio, sem relação com a sua carteira. Os campos abrem com o CDI e o IPCA de hoje, mas qualquer taxa pode ser digitada à mão: use o botão ao lado do campo para alternar.

Conversor de taxas

12% ao ano não é 1% ao mês. Duas taxas são equivalentes quando rendem o mesmo no mesmo prazo, com juro sobre juro, e não quando uma é a outra dividida.

para

Nominal × efetiva

“12% ao ano capitalizados mensalmente” quer dizer 1% ao mês. E 1% ao mês, em doze meses, dá 12,68%. A taxa nominal esconde o juro sobre juro; a efetiva é a que você recebe.

% com capitalizações por ano

Juros compostos com aporte

Valor presente

Receber R$ 10.000 daqui a cinco anos não é receber R$ 10.000. A conta traz o dinheiro do futuro para hoje, descontado pelo que ele renderia no mesmo prazo. A taxa é a decisão, não a fórmula: use quanto você conseguiria com esse dinheiro em outro lugar.

A taxa continua sendo ao ano em qualquer unidade: trocar para meses muda só o prazo. Três meses a 12% ao ano descontam por 1,120,25, e não pela taxa anual dividida por doze.

Série de recebimentos

A conta que decide entre à vista e parcelado. Somar as parcelas engana, porque dinheiro distante vale menos. Ponha o desembolso de hoje como valor negativo no ano 0. O total vira o VPL (valor presente líquido): se der positivo, o parcelado compensa.

taxa de desconto % a.a. · prazo em quantos de
desembolso hoje (0 se não houver)

Fluxos

Lance o desembolso como valor negativo e os recebimentos como positivos. Por data, a conta é a mesma (XIRR) que a tela de Rentabilidade usa na sua carteira.

prazo em
comparar com % a.a.

Taxa interna de retorno

A TIR é o rendimento da operação, levando em conta quando cada dinheiro entrou e saiu. É a taxa que zera o valor presente dos fluxos. Ela sai sempre ao ano, qualquer que seja a unidade dos prazos: só assim dá para comparar operações de durações diferentes.

Bruto × líquido na renda fixa

A tabela regressiva do imposto conta dias corridos. A faixa de 20% termina no dia 360, então um ano cheio já cai em 17,5%. Resgatar no dia 719 em vez do 721 custa 2,5 pontos de alíquota.

Qual papel paga mais

“90% do CDI isento é melhor que 105% do CDI tributado?” Depende do prazo, porque a fatia do imposto depende dele. Aqui os dois chegam à mesma régua: taxa líquida ao ano.

prazo dias · CDI % a.a.

Taxa real, descontada a inflação

12% com IPCA de 5% não dá 7%: dá 6,67%. A subtração superestima sempre, e o erro cresce junto com a inflação.

Contra o índice

Cada classe contra o índice dela: ações contra o IBOVESPA, FIIs contra o IFIX. Comparar a carteira inteira com a bolsa não diria nada: metade dela é renda fixa e fundo, que não seguem a bolsa.

comparar também com
período

Evolução, lado a lado

rentabilidade

Responde se a sua escolha de papéis foi melhor que o índice. A conta tira o efeito do momento dos aportes, como todo fundo faz ao divulgar rentabilidade. Os proventos entram como retorno, porque IBOVESPA e IFIX também reinvestem os dividendos. Sem isso, a comparação sairia torta contra você.

O mesmo dinheiro, no índice

saldo

Responde outra coisa: quanto você teria hoje se cada aporte seu tivesse ido para o índice, na mesma data. Resgates e proventos saem igualmente dos dois lados, então o resto é comparável. Não desconta imposto nem taxa de nenhum dos lados.

Isenção de R$ 20 mil

Vender ações somando até R$ 20.000 no mês é isento de IR sobre o lucro. É tudo ou nada: passou do limite, paga imposto sobre o ganho do mês inteiro, não só sobre o que excedeu. Vale só para ações no mercado à vista brasileiro. Não vale para FIIs, ETFs, BDRs, Units nem day trade.

Direitos de subscrição seguem o ativo de origem (confirmado com o contador): direito de ação entra no limite de R$ 20.000, direito de FII fica sem isenção.

Prejuízo a compensar

Prejuízo em renda variável não vence: abate ganho tributável no futuro. Mas não se mistura entre categorias, e o saldo que vale é o que você declarou.

Ações com ganho

ordenadas por IR adiado por real vendido

Vender realiza o ganho e reajusta o preço médio para cima, sem trocar de ativo. Vale o preço do dia da venda, não o de agora, porque ele muda até a ordem sair. Recomprar no mesmo pregão vira day trade, tributado a 20% sem isenção. Espere o próximo pregão para recomprar.

Ações no prejuízo

A perda sempre conta, mesmo num mês isento. Realizada, ela fica guardada para abater ganho tributável de ações no futuro. Só compensa lucro de ações, não de FII nem de ativo no exterior.

Sem faixa de isenção

FIIs, ETFs, BDRs e Units

Tributados desde o primeiro real de lucro, qualquer que seja o total vendido no mês. Estão aqui para você não confundir com as ações acima.

Fora do Brasil

Comprados fora do Brasil, seguem outra regra desde 2024 (Lei 14.754/2023): 15% sobre o ganho, apurado na declaração anual. Não há mais o limite mensal de isenção. Esta tela não apura esse imposto.

Criptomoedas

Cripto não entra na conta dos R$ 20 mil: aquela faixa é de ações negociadas na bolsa brasileira. A venda de cripto segue regra própria, e esta tela não a apura, de propósito. Um número inventado aqui teria a mesma cara de certeza dos outros, e ninguém desconfiaria. A lista só lembra que elas existem; a conta, leve ao seu contador.