Comece cadastrando o cartão
Bastam o nome, o dia de fechamento e o dia de vencimento. O limite é opcional, mas sem ele a tela não diz quanto sobra. O número do cartão não é guardado: só os quatro últimos dígitos, para separar um cartão do outro.
Compra feita no dia do fechamento ou depois já cai na fatura seguinte, e é a que você tem mais tempo para pagar. A tabela mostra essa data para cada cartão.
Duas formas de colocar compras
Importar a fatura. Escolha o cartão e o arquivo OFX ou CSV que o banco exporta. Antes de gravar, a tela mostra quantas compras achou, o total e a fatura em que acha que elas estão. Se a fatura estiver errada, troque e só então importe.
Lançar à mão. Para a compra que ainda não apareceu na fatura, ou o cartão cujo banco não exporta arquivo. Informe o valor total da compra e o número de parcelas: o sistema reparte e coloca cada parcela na fatura certa.
Importar de novo não duplica
A compra parcelada aparece em várias faturas: "LOJA 03/10" em outubro, "LOJA 04/10" em novembro. O sistema reconhece que é a mesma compra, porque as duas começaram na mesma fatura. Por isso você pode importar todo mês, e até importar a mesma fatura duas vezes, sem nada entrar em dobro.
O pagamento da fatura fica de fora: ele não é compra. Estorno entra com valor negativo e abate da fatura em que caiu.
O que cada parte da tela responde
- Parcelas futuras: quanto já está em cada fatura dos próximos doze meses. A coluna já parcelado é o que você vai pagar mesmo sem comprar mais nada.
- Limite: tudo o que ainda vai vencer ocupa limite, inclusive as parcelas de daqui a um ano. É assim que o banco conta. Fatura já vencida é tratada como paga.
- Gasto por categoria: os últimos 12 meses, pela fatura, ou 6, pelo botão acima da tabela. Troque a categoria de uma compra na lista da fatura, e a troca vale para todas as compras do mesmo estabelecimento, as de antes e as que vierem.
Perguntas comuns
O banco só me dá a fatura em PDF
A leitura de PDF chega banco a banco, cada uma a partir de uma fatura real. Hoje o sistema lê a do Itaú e a do Inter. Na do Itaú: as compras de todos os cartões da conta (inclusive os virtuais), as internacionais em reais com o IOF, e as parcelas. A lista de parcelas das próximas faturas, que vem no fim do PDF, não é lida: o sistema já calcula essas parcelas a partir da compra. No fim, a soma do que foi lido é comparada com o total impresso na fatura, e a prévia diz se bate. Na do Inter, as compras de todos os cartões da conta, com a data completa; o pagamento da fatura fica de fora e o estorno abate. A soma é conferida com as Despesas do mês que a fatura imprime.
E a fatura em PDF de outro banco?
Também dá para importar. Como o sistema ainda não conhece o desenho da fatura desse banco, ele separa o que parece compra (uma data no começo e um valor no fim) e mostra tudo numa lista para você conferir antes de gravar. O que parece pagamento, total ou parcela de fatura futura já vem desmarcado, com o motivo escrito ao lado.
Você olha a sua fatura e ajusta: desmarca o que não é compra, marca o que faltou, corrige um valor. No alto, a tela soma o que está marcado e compara com o total da fatura. Quando bate, o botão de importar libera.
O sistema guarda o que você mudou, só para aquele cartão. Da próxima fatura em diante, a lista já chega com as suas escolhas aplicadas.
Fatura em PDF que é uma imagem (escaneada ou fotografada) não tem texto para ler. Nesse caso, use o OFX ou o CSV do banco, ou lance as compras à mão.
O total não bate com o da fatura do banco
Confira se a fatura escolhida na importação é a certa, e se falta alguma compra lançada à mão. Juros, IOF e anuidade entram como compra, na categoria Tarifas e IOF.