Evolução do patrimônio

Ativos na carteira

Renda fixa e renda variável

Meus ativos

Posições

Quatro recortes da mesma carteira, do mais amplo ao mais específico: categoria é renda fixa contra renda variável; classe é ação, FII, ETF; setor é o econômico da B3; subsetor é o nível em que dois papéis fazem a mesma coisa. Clique num bloco para abrir e ver os ativos.

Proventos

Dividendos, JCP, rendimentos de FII e aluguel de ações.

De onde vem o seu ganho

Distribuição por ativo

Histórico mensal

Por ativo

Lançamentos

Patrimônio

Valor aplicado e ganho de capital, mês a mês.

Evolução do patrimônio

Consolidação do patrimônio por classe

Aportes e resgates por mês

Rentabilidade

Comparação da carteira com CDI, IBOVESPA e inflação.

Rentabilidade comparada com índices

Rentabilidade mês a mês

Comparação no período inteiro

Análise

Cada tipo de ativo tem a sua régua: ação se julga por lucro e endividamento, fundo imobiliário por vacância e rendimento, ETF por custo e aderência ao índice. Por isso as tabelas abaixo são separadas e mostram indicadores diferentes. Os fundamentos que existem em API pública são buscados sozinhos; o que exige ler o release você preenche à mão.

Nada aqui é recomendação. Cada método tem limitações conhecidas, mostradas junto do resultado quando você abre um ativo.

Seleção

A Análise olha o que você já tem. Esta tela olha o resto do mercado: as 600 e tantas ações e os 600 e tantos fundos imobiliários da Busca Avançada do Status Invest, passados pelas mesmas réguas. Serve para reduzir a lista a uma dezena que valha a pena ler com calma — a leitura continua sendo sua.

Peneira

Resultado

Correlação

Diversificação não é ter muitos papéis — é ter papéis que reagem de forma diferente ao mesmo cenário. Aqui você vê o que realmente se move junto na sua carteira, e o que acontece com essa relação nos meses de queda.

Quem carrega o risco da carteira

Onde está o dinheiro e de onde vem o tranco raramente são a mesma coisa. Risco não se soma como reais: um grupo que oscila o dobro carrega o dobro, pelo mesmo dinheiro. As contribuições somam exatamente a volatilidade da carteira — não é índice inventado, é a decomposição dela.

Mapa de correlação

−1 anda ao contrário · 0 independente · +1 anda junto

Mais colados

Pares que sobem e caem juntos. Ter os dois adiciona valor, não diversificação.

Mais independentes

Pares que se movem por motivos diferentes. É daqui que vem a diversificação real.

Como essa relação mudou no tempo

×

Janela móvel de 12 meses. Correlação não é constante: ações e títulos foram negativamente correlacionados por duas décadas e viraram positivos em 2022, quando a inflação passou a ser o choque dominante.

Como ler isto

Fundos de investimento

Fundo não tem ticker nem cotação em bolsa — não vem no extrato da B3 e não há onde buscar preço. O que existe é o saldo do extrato da sua corretora, e é dele que sai todo o cálculo aqui.

Evolução do fundo

Por tipo

Movimentações

Como ler isto

Rentabilidade por ativo

Escolha um papel e um período. O ganho aparece separado em duas origens — o que caiu na conta como provento e o que a cota andou — porque somar os dois esconde qual dos dois está sustentando o resultado.

De onde veio o ganho

provento e valorização, período a período

Rendimento sobre o preço

DY usa o preço de mercado — o que o papel paga a quem comprar hoje. YoC usa o seu preço médio — o que ele paga sobre o que você pagou. Os dois estão certos; respondem perguntas diferentes.

Período a período

Proventos do período

Como ler isto

Alocação

O risco de uma carteira não é a média do risco das partes: dois ativos que sobem e caem em momentos diferentes formam um conjunto menos arriscado que qualquer um deles sozinho. É o que a Teoria Moderna do Portfólio calcula — e é por isso que a correlação é o ingrediente central.

Fronteira eficiente

cada ponto é a carteira de menor risco para aquele retorno

Risco e retorno de cada grupo

Carteiras sugeridas

Como a carteira saiu do plano

A deriva é a mudança de peso causada pelo mercado, não por aporte. Se uma classe subiu de 30% para 38% porque valorizou, a carteira saiu do plano sozinha — e é esse o caso que pede rebalanceamento.

Rebalanceamento

Como ler isto

Lançamentos

Todas as compras e vendas. Edite o que estiver errado — o preço médio recalcula na hora.

Consolidação de aportes

Revisão

Pontos que o sistema não conseguiu resolver sozinho. Cada um explica o que foi assumido.

Renda fixa

Cadastro manual. O extrato da B3 não traz indexador, taxa nem valor de resgate, então esta classe fica fora da importação.

Dados

Três origens, com regras diferentes. Só a primeira mexe na sua carteira — as outras duas alimentam análise e gráficos, e podem ser reimportadas à vontade sem risco de alterar posição, custo médio ou resultado.

1 · Extrato da B3

mexe na carteira

Baixe o relatório Movimentação na Área do Investidor da B3 e salve em dados/entrada/. A leitura é incremental: entra o que for novo a partir da última data já importada, com uma janela de tolerância para trás — é nela que aparecem os lançamentos que a corretora publica com atraso.

O que vier com data anterior à janela não entra sozinho: fica retido abaixo para você conferir. Reimportar do zero apaga o que veio da B3 e lê tudo de novo — seus lançamentos manuais, renda fixa, alvos e revisões são preservados.

Lançamentos retidos

Vieram no arquivo com data anterior à janela. Aceitar recalcula a carteira inteira; dispensar marca para nunca mais perguntar. O que estiver assinalado como provável duplicata já tem lançamento igual na mesma data — costuma ser papel renomeado, cujo registro antigo ficou gravado com o nome velho. Aceitar esses duplicaria histórico.

2 · Status Invest

não mexe na carteira

Ações, fundos imobiliários e stocks da Busca Avançada. Cada importação substitui a foto inteira daquele grupo — meia foto seria pior que nenhuma, porque você compararia papéis de datas diferentes sem perceber. Também atualiza os fundamentos dos ativos que você tem, sem tocar em quantidade nem em custo.

3 · Cotações e índices

não mexe na carteira

O histórico é o que permite calcular a evolução do patrimônio e a rentabilidade mês a mês. A primeira busca leva alguns minutos.

4 · Tabelas de referência

não mexe na carteira

O que o sistema sabe sobre o mercado e que envelhece sozinho: de que setor é cada empresa, como se traduz o rótulo de cada fonte, onde ficam as faixas de cada critério. Empresa muda de nome, funde, abre e fecha capital — e a tabela que estava certa ontem passa a errar sem avisar.

O pacote é somado ao que já vem embutido, entrada por entrada — nunca substitui a tabela inteira. Um pacote que corrige três tickers não apaga os outros duzentos e setenta, e um pacote incompleto degrada a classificação em vez de zerá-la. Sem pacote nenhum, o sistema funciona igual, com as tabelas que vieram na instalação.

Preço manual

Para ativos sem cotação automática (BDRs pouco líquidos, fundos fechados).

5 · Licença

não bloqueia nada
carregando…

Calculadoras

Contas de apoio, sem relação com a sua carteira. Os campos abrem com o CDI e o IPCA de hoje, mas qualquer taxa pode ser digitada à mão — use o botão ao lado do campo para alternar.

Conversor de taxas

12% ao ano não é 1% ao mês. A conversão é por equivalência composta — duas taxas são equivalentes quando rendem o mesmo no mesmo prazo, não quando uma é múltiplo aritmético da outra.

para

Nominal × efetiva

“12% ao ano capitalizados mensalmente” quer dizer 1% ao mês — e 1% ao mês, em doze meses, dá 12,68%. A taxa nominal esconde o juro sobre juro; a efetiva é a que você recebe.

% com capitalizações por ano

Juros compostos com aporte

Valor presente

Receber R$ 10.000 daqui a cinco anos não é receber R$ 10.000. A conta traz o dinheiro do futuro para hoje, descontado pelo que ele renderia no mesmo prazo. A taxa é a decisão, não a fórmula: use o seu custo de oportunidade — o que você conseguiria com esse dinheiro em outro lugar.

A taxa continua sendo ao ano em qualquer unidade — trocar para meses muda o prazo, não a taxa. Três meses a 12% ao ano descontam por 1,120,25, e não pela taxa anual dividida por doze, que daria outro número.

Série de recebimentos

A conta que decide entre à vista e parcelado. Somar as parcelas dá um número maior e a resposta parece óbvia — mas dinheiro distante vale menos. Ponha o desembolso de hoje como valor negativo no ano 0, e o total vira o VPL: positivo, o parcelado compensa.

taxa de desconto % a.a. · prazo em quantos de
desembolso hoje (0 se não houver)

Fluxos

Lance o desembolso como valor negativo e os recebimentos como positivos. Por data, o cálculo é o mesmo XIRR que a tela de Rentabilidade usa na sua carteira.

prazo em
comparar com % a.a.

Taxa interna de retorno

A taxa que faz o valor presente dos fluxos dar zero — o rendimento da operação levando em conta quando cada dinheiro entrou e saiu. Ela sai sempre ao ano, qualquer que seja a unidade dos prazos: é a única forma de comparar duas operações de durações diferentes.

Bruto × líquido na renda fixa

A tabela regressiva conta dias corridos. A faixa de 20% termina no dia 360, então um ano cheio já cai em 17,5% — e resgatar no dia 719 em vez do 721 custa 2,5 pontos de alíquota.

Qual papel paga mais

“90% do CDI isento é melhor que 105% do CDI tributado?” depende do prazo, porque a alíquota depende do prazo. Aqui os dois chegam à mesma régua: taxa líquida ao ano.

prazo dias · CDI % a.a.

Taxa real, descontada a inflação

12% com IPCA de 5% não dá 7%: dá 6,67%. A subtração superestima sempre, e o erro cresce junto com a inflação.